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Categoria pai: ROOT
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Publicado: 25 Setembro 2020
A professora Miriam Rita Moro Mine, da Universidade Federal do Paraná, editou uma nota que é uma verdadeira aula de português, a qual, inclusive, corrobora com aquilo que vem sendo defendido por esta Coordenadoria Geral há longo tempo. A nota referida, em síntese, diz o seguinte:
"Esta nota foi elaborada para acabar de vez com toda e qualquer dúvida: se tem Presidente ou Presidenta. A Presidenta foi estudanta? Existe a palavra Presidenta? Que tal colocarmos um BASTA no assunto? No português existem os participativos ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o participativo ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante. Qual o princípio ativo do verbo ser? É ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade. Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa em verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Diz-se capela ardente, e não capala "ardenta", se diz estudante e não "estudanta", se diz paciente e não "pacienta". Um bom exemplo do erro grosseiro seria: 'a candidata a presidente se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la um dia sorridenta numa câmara ardenta, pois esta dirigenta política, dentro de tantas outras atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta'."
Portanto, "presidenta" nunca mais!
Um grande abraço.
PDG MJF Antonio Domingos Andriani
Coordenador Geral do Distrito LC-6